O governador Luiz Henrique considerou a enchente que atinge o estado como a pior tragédia climática da história catarinense. Em relato ao secretário nacional de Defesa Civil, Roberto Costa Guimarães, também presente, Luiz Henrique informou que a enchente atinge um universo de mais de 1,5 milhão de pessoas.
Para o atendimento emergencial nos mais de 60 municípios atingidos, o Governo do Estado trabalha com todas as equipes de emergência e instituições de governo sob a coordenação do Departamento Estadual de Defesa Civil.
Equipes do interior do estado e de cidades que não foram afetas também foram deslocadas para os municípios do Litoral, do Norte e Vale do Itajaí. Além do número de desabrigados e desalojados, que é de cerca de 20 mil pessoas, e do número de mortes, que é de 59, Santa Catarina enfrente problemas no abastecimento de gás, água, energia elétrica, rodovias, e soterramentos, em diversas cidades. Há pessoas desaparecidas e pelo menos quatro municípios isolados. “É uma crise climática que precisa de união de todos”, disse o governador. O governo catarinense já decretou situação de emergência no Estado, visando dar agilidade na sua atuação.
A prioridade, conforme Luiz Henrique, é o atendimento aos desabrigados e o resgate das pessoas que estão em áreas de risco. O governador já manteve contato o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; com os governadores do Rio Grande do Sul, Ieda Crusius e do Paraná, Roberto Requião; e com os ministros de Saúde, José Gomes Temporão, da Defesa, Nelson Jobim e do Ministério da Integração, Geddel Vieira Lima.
Todos foram solidários a Santa Catarina e estão auxiliando nas suas respectivas áreas de atuação. Medicamentos, cestas básicas, colchões, cobertores, travesseiros e materiais de limpeza foram disponibilizados pelo Governo Federal e já estão sendo distribuídos nos municípios afetados.
O apelo do governador Luiz Henrique é para que as pessoas evitem deslocamentos longos e acompanhem a situação das rodovias. O diretor estadual da Defesa Civil, major Márcio Luis Alves, não descarta a ocorrência de novos deslizamentos de terra e possíveis soterramentos, como os ocorridos na BR-101, no Morro dos Cavalos, e na SC-401, próximo a Cacupé, em Florianópolis.
Conforme o secretário de Estado de Infra-estrutura, Romualdo França, o prejuízo da malha viária catarinense pode ser superior a R$ 30 milhões. Para ter a noção exata é preciso fazer a avaliação de todas as rodovias danificadas e das pontes. “Todas as equipes de engenheiros disponíveis já estão fazendo avaliações e o levantamento de possíveis soluções. Um balanço deve ser divulgado pela Secretaria nos próximos dias”, afirma.
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Prefeitura de Pilar do Sul abre concurso público com vagas para todos os
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Há 7 minutos
Um comentário:
o seu cachaçeiro tira essa raça que ganhando 20 mil por mes ae nessas chefia da defesa civil ,e bota gente interessada e equipa decentemente o orgão,que por enquanto só serve pra oficial da PM RECEBE SALARIO EM DOBRO,assim o povo nunca vai ter uma defesa civil com estes sanguessuga!!!
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